A Ubisoft surpreendeu o mercado de jogos eletrônicos ao anunciar, durante a Gamescom Opening Night Live 2026, uma mudança de paradigma para uma de suas marcas mais consagradas. Tom Clancy’s Rainbow Six Tactics abandona o formato de tiro em primeira pessoa focado em reflexos rápidos para abraçar a complexidade da estratégia tática por turnos. O título, que tem lançamento previsto para 2027, coloca o jogador em uma posição de liderança inédita, assumindo o papel de “Six”, o comandante supremo da unidade antiterrorismo global.
Gestão e comando na linha de frente
A experiência de jogo em Rainbow Six Tactics é dividida em dois pilares fundamentais. O primeiro ocorre fora do campo de batalha, dentro do quartel-general da organização. Nesta fase de gestão, o jogador atua como um estrategista, analisando dados de inteligência, gerenciando a infraestrutura da base e decidindo quais recursos serão priorizados para o treinamento dos operadores. A progressão não é apenas numérica, mas envolve a administração da saúde e das habilidades específicas de cada membro da equipe, garantindo que o esquadrão esteja preparado para os desafios que virão.
O segundo pilar é a execução das missões. Com um elenco de 15 operadores conhecidos pelos fãs de Rainbow Six Siege, o jogador deve montar esquadrões de quatro elementos para missões que variam desde o resgate de reféns até a desativação de dispositivos explosivos. A transição para o sistema de turnos exige uma mudança de mentalidade: cada movimento deve ser calculado, e cada decisão pode ser a diferença entre o sucesso e a falha catastrófica da operação.
Destruição e a nova mecânica de Breach
Um dos elementos mais celebrados da franquia, a destruição de cenários, retorna com um papel ainda mais central na jogabilidade. Em Rainbow Six Tactics, o ambiente não é apenas um pano de fundo, mas uma ferramenta ativa. Paredes, tetos e pisos podem ser demolidos para criar novas linhas de visão ou rotas de infiltração inesperadas, forçando o jogador a pensar fora das convenções tradicionais de cobertura.
Para elevar o nível de intensidade, a Ubisoft introduziu a mecânica de Breach. Este recurso permite que o jogador sincronize as ações de todos os quatro operadores em um único turno, rompendo o ritmo cadenciado do combate por turnos para criar sequências de invasão cinematográficas. Ao combinar as habilidades únicas de cada personagem com a destruição do ambiente, é possível neutralizar ameaças de forma coordenada, transformando o campo de batalha em um quebra-cabeça tático explosivo.
Expansão global e futuro da franquia
A campanha do jogo promete levar os jogadores a diversos cenários ao redor do mundo, incluindo prisões de alta segurança na Dinamarca e ruínas históricas no Egito. A narrativa, que se desenrola paralelamente aos eventos de Siege, foca em uma conspiração global que exige a reconstrução completa da unidade Rainbow. Além da campanha principal, o uso dos Five Order Points — cartas que conferem bônus táticos temporários — adiciona uma camada extra de profundidade, permitindo ajustes estratégicos mesmo nos momentos mais críticos das operações.
O título chegará ao mercado em 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e PC. A Ubisoft também confirmou a disponibilidade do jogo via serviços de nuvem como GeForce Now, Blacknut e Ubisoft+. Jogadores interessados em conhecer a mecânica de perto já podem adicionar o título às suas listas de desejos e acompanhar as inscrições para os testes fechados. Para se manter atualizado sobre esta e outras novidades do mundo dos games, continue acompanhando o Portal de Notícias do Kardec, seu destino para informações precisas, análises aprofundadas e o melhor do entretenimento digital.
[Saiba mais sobre a franquia no site oficial da Ubisoft.]