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Eleições 2026: Quaest aponta Flávio Bolsonaro e Lula empatados em Minas Gerais

Eleições 2026: Quaest aponta Flávio Bolsonaro e Lula empatados em Minas Gerais
Veja, primeiro, o cenário sem Pablo Marçal Flávio Bolsonaro (PL): 31%

Uma nova pesquisa Quaest, encomendada pela Globo e divulgada nesta terça-feira (25), trouxe à tona os primeiros contornos da disputa pela Presidência da República entre os eleitores de Minas Gerais. O levantamento revela um cenário de grande competitividade, com os principais candidatos em um empate técnico, indicando a importância estratégica do estado para as próximas eleições.

Minas Gerais, historicamente conhecido como um “fiel da balança” nas eleições nacionais, mais uma vez se mostra um campo de batalha crucial. Os dados da Quaest oferecem um panorama detalhado das intenções de voto, considerando diferentes arranjos de candidaturas e apontando para a volatilidade do eleitorado mineiro.

A disputa acirrada em solo mineiro sem Pablo Marçal

No cenário inicial, sem a inclusão de Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura apesar de estar inelegível, a pesquisa estimulada da Quaest apresenta os seguintes resultados:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 31%
  • Lula (PT): 30%
  • Romeu Zema (Novo): 7%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 1%
  • Samara Martins (UP): 0%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Clariana Barão (DC): 0%
  • Hertz Dias (PSTU): 0%

Neste quadro, 8% dos entrevistados declararam voto em branco/nulo ou afirmaram que não votarão, enquanto 17% se mostraram indecisos. A diferença de apenas um ponto percentual entre os dois primeiros colocados sublinha a intensidade da polarização e o quão apertada a corrida presidencial se mostra no estado.

A entrada de Pablo Marçal e a reconfiguração do cenário

A inclusão de Pablo Marçal na lista de candidatos apresentada aos eleitores provoca uma leve, mas significativa, reconfiguração nas intenções de voto. Embora sua candidatura seja contestada pela inelegibilidade, a Quaest o incluiu para medir seu impacto potencial. Veja os números:

  • Lula (PT): 31%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 31%
  • Romeu Zema (Novo): 6%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Pablo Marçal (PRTB): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 2%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 1%
  • Samara Martins (UP): 0%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Clariana Barão (DC): 0%
  • Hertz Dias (PSTU): 0%

Com Marçal no páreo, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados com 31% cada. Romeu Zema registra uma pequena queda para 6%, e Ronaldo Caiado também recua para 2%. A parcela de votos brancos/nulos/não vai votar diminui para 7%, e os indecisos somam 16%, indicando que a presença de um novo nome pode, em alguma medida, absorver parte desses eleitores.

Metodologia e a relevância da pesquisa presidencial

A pesquisa Quaest entrevistou 1.506 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo foi devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-09818/2026, garantindo a transparência e a conformidade com as normas eleitorais vigentes. Acompanhe o registro de pesquisas eleitorais no TSE.

Os resultados desta pesquisa são cruciais para entender as dinâmicas eleitorais em um dos maiores colégios eleitorais do país. Minas Gerais, com sua diversidade regional e política, é um microcosmo do Brasil, e o desempenho dos candidatos no estado frequentemente reflete tendências nacionais. A proximidade entre os líderes sugere que a campanha será intensa e focada na conquista dos eleitores mineiros.

Acompanhe o Portal de Notícias do Kardec para análises aprofundadas e a cobertura completa das eleições. Nosso compromisso é trazer informação relevante, atual e contextualizada, ajudando você a compreender os desdobramentos da política nacional e seu impacto na vida dos cidadãos.

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